Intermitências
As horas dentro da eternidade...
Entre o claro e o escuro,
Não há quem pare.
Quando o relógio para,
O que para é a máquina.
Mas o tempo passa,
Como uma folha abandonada.
E o vento que corre,
Só correrá para o outro lado.
O outro lado é a noite,
O dia já foi usado.
Mas nascerá amanhã,
Como a respiração sem pausa.
As estrelas estão longe,
Como o céu azulado.
Mas sempre estiveram ali,
Só não estavam iluminadas.
As horas dentro da eternidade...
Entre o hoje e o perpétuo,
A vida é a mais precária.
Quando o relógio para,
O que para acaba,
O outro lado é desconhecido,
E o tempo já não mais fala.
Mas cala infinitamente,
Enquanto o céu fica claro.
Entre o claro e o escuro,
Não há quem pare.
Quando o relógio para,
O que para é a máquina.
Mas o tempo passa,
Como uma folha abandonada.
E o vento que corre,
Só correrá para o outro lado.
O outro lado é a noite,
O dia já foi usado.
Mas nascerá amanhã,
Como a respiração sem pausa.
As estrelas estão longe,
Como o céu azulado.
Mas sempre estiveram ali,
Só não estavam iluminadas.
As horas dentro da eternidade...
Entre o hoje e o perpétuo,
A vida é a mais precária.
Quando o relógio para,
O que para acaba,
O outro lado é desconhecido,
E o tempo já não mais fala.
Mas cala infinitamente,
Enquanto o céu fica claro.


<< Início