Esse cotidiano tão pesado e mortoEssas pessoas que existem sem saberVivem fugindo de suas próprias verdadesCriam castelos para depois se desfazer
Tanto barulho, para nadaEsse asfalto esburacado no meio da estradaO som pesado dos carros que passamA fumaça espessa que fica intalado
Na minha garganta que passa meu cigarroQue também não há sentido, apenas vícioQuero mandar todo mundo calar a boca e ouvirQue algum dia, todos iremos embora daqui
Mesmo que criem a pilula da eternidadeEla será tão falha quanto o amor de verdadeQue acaba, mesmo com toda a certezaE nasce de alguma incerteza
Esse cotidiano tão pesado e mortoEssas palavras escritas sem algum valorEsse som que toco, sem qualquer saborEsses abraços que dou, sem nenhum calor
Dose extra de venenoQuero a loucura, o extremoPara saber encarar qualquer rosto na multidão E sentir escorrendo para dentro do meu pulmão
Não sentir nada, porque sentir é perigosoNão explicar nada, pois não há nada a ser explicadoNão amar ninguém, pois o amor é o estragoDeixar o veneno escorrer, dentro do meu coração gelado
Olhar de frente para esse cotidianoTão pesado e mortoObservar essas pessoas que existem sem saberE aprender a exercer esse unico meio que te deixa viver...
Somente existindo, sem saber!
Tanto barulho, para nadaEsse asfalto esburacado no meio da estradaO som pesado dos carros que passamA fumaça espessa que fica intalado
Na minha garganta que passa meu cigarroQue também não há sentido, apenas vícioQuero mandar todo mundo calar a boca e ouvirQue algum dia, todos iremos embora daqui
Mesmo que criem a pilula da eternidadeEla será tão falha quanto o amor de verdadeQue acaba, mesmo com toda a certezaE nasce de alguma incerteza
Esse cotidiano tão pesado e mortoEssas palavras escritas sem algum valorEsse som que toco, sem qualquer saborEsses abraços que dou, sem nenhum calor
Dose extra de venenoQuero a loucura, o extremoPara saber encarar qualquer rosto na multidão E sentir escorrendo para dentro do meu pulmão
Não sentir nada, porque sentir é perigosoNão explicar nada, pois não há nada a ser explicadoNão amar ninguém, pois o amor é o estragoDeixar o veneno escorrer, dentro do meu coração gelado
Olhar de frente para esse cotidianoTão pesado e mortoObservar essas pessoas que existem sem saberE aprender a exercer esse unico meio que te deixa viver...
Somente existindo, sem saber!


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